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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

CONGRESSO NACIONAL, A BABEL CONTEMPORÂNEA!!!


Quando uma pessoa começa a se justificar demais, falando sem parar, tentando explicar o não tem explicação, pode-se esperar o pior! Esta “tentando” convencer, pela lábia, um fato  QUE TERIA  de ser resolvido, MAS NÃO VAI SER. Mesmo porque esse fato não é do interesse de dos corruptos que seja resolvido. Assim sendo, quem votou contra buscou todos os recursos gramaticais, metafóricos, semânticos, entre outros, para justificar o injustificável...
Ontem foi exatamente assim que aconteceu no Congresso Nacional. Um show de horrores! Tudo para não acatarem a vontade soberana do povo brasileiro.
Chegaram a citar, cinicamente, que aquilo parecia uma verdadeira Babel. O que excelentíssimos não sabem, é que “realmente” o Congresso é uma Babel  e que, ela está prestes a desabar. Assim como aconteceu em tempos remotos.
Cinco ilustríssimos representantes, deram um tiro no próprio pé, ao “tentarem” impedir que a vontade do povo por uma política decente fosse válida para estas eleições!

Vergonha absoluta!!!
Mas nada está perdido, que isto nos sirva de lição para tomarmos mais cuidado com quem escolhemos para votar.
Dia 3 de Outubro se aproxima, vamos dar o troco neles???

Abaixo um pequeno trecho da matéria da veja, por Mirella D'Elia e Gabriel Castro, de Brasília:

“A explanação foi repleta de metáforas e de frases de efeito. "Juiz não precisa buscar aplauso fácil das ruas. Senão as pessoas ficariam com medo de dar um habeas corpus". Ele completou: "Mas assim se constroi o fascismo". Ele chegou a citar Jesus Cristo para afirmar que o clamor popular não deve ser soberano em decisões judiciais. O ministro ressaltou, no entanto, que defende a vigência da medida no futuro.

Ellen Gracie defendeu a aplicação imediata da lei. Era um dos votos mais esperados já que a posição dela era desconhecido. Marco Aurélio Mello e Celso de Mello seguiram o posicionamento de Toffoli e Mendes.

O decano Celso de Mello considerou que a aplicação da medida só ocorrerá a partir de um ano depois de promulgada. "As instituiçãos legislativas não podem ficar ao sabor de dirigismos normativos das forças dominantes de cada período", afirmou. Para ele, também não é possível tornar inelegível um candidato que apenas renunciou ao mandato, sem cometer crime.

O comandante do Supremo, Cezar Peluso, votou na mesma linha. Ele resumiu o tom de seu voto logo de saída: "Não me comovem pressões vindas da opinião pública, ou da opinião publicada, ou por segmentos do povo, ou por instituições". Mas o dia terminou - ou melhor começou - sem nenhuma definição”.



QUEM VIVER VERÁ!





 

Um comentário:

Diu Mota disse...

O que espero é que por mais que a maioria no Congresso não se importe com a opinião pública que a elegeu, que saibamos sempre gritar, protestar, e nunca aceitar nada sem muita luta. Não sou terrorista, mas a força de um povo se mede por sua mobilização. Que seja!

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