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domingo, 5 de dezembro de 2010

ATIRE A PRIMEIRA PEDRA...


Parece que está na moda falar mal do EUA. Não sei de onde esse povo alimenta tanto ódio e sentimentos negativos...Não sabe que tudo o que você projeta no outro acaba vindo para você mesmo?  O pior é que, quanto mais ódio as pessoas têm daquele país mais ele se supera...E SEMPRE aquele que acusou é o mais prejudicado.
Vamos tomar o exemplo da Grécia. Escolhi esse exemplo porque vivi lá de 1984 à 1994, portanto falo com conhecimento de causa. Naquela época nosso país AINDA não tinha esse péssimo costume de ficar criticando a terra do Tio Sam. Assim sendo, quando me mudei para Athenas, fiquei assustada em perceber o ódio dos gregos contra os americanos!!!  Era uma coisa INSANA e totalmente SEM NOÇÃO!!!
Nessa época ainda existia a Guerra Fria e, com surpresa eu constatei que o povo grego estava do lado da Rússia!!!  Ora, não é precisa que você tenha nenhum conhecimento de política e economia para fazer comparações concretas. Era só observar uma potência com a outra para notar que os EUA estavam anos luz à frente da União Soviética!!! Só não enxergava quem não queria ver. Então eu pergunto quais os critérios usados para um julgamento desse tipo?
Vamos agora para Cuba ou então para a Venezuela, e comparem esses países com os EUA!  Eu creio que os fatos comprovam muito mais que as palavras...E chego à conclusão que, quem fala mal dos EUA tem MUIIIIITA inveja daquele país.

Para você apontar um dedo no sentido de acusar alguém, no mínimo você teria que ser perfeito para fazê-lo, e perfeito todos sabem que ninguém é...só Deus! Portanto é bom que cuidemos melhor do nosso telhado porque ele é de vidro e não temos o direito de espiar o telhado dos outros para apontar defeitos!
Abaixo um trecho da matéria de um jornalista sobre o criador do site WikiLeaks, que publicou o conteúdo de documentos secretos do governo americano:

DEU NA FOLHA DE S. PAULO

WikiLeaks: seu criador só não fala de si

Responsável pelo vazamento de documentos que agitou o mundo na última semana, Julian Assange é discreto
Australiano, que não revela idade, ficou com os cabelos grisalhos durante batalha judicial pela guarda do filho
Vaguinaldo Marinheiro
Julian Paul Assange, criador do site WikiLeaks, é um mistério.
O homem que consegue ser o inimigo nº dois dos EUA (atrás de Osama bin Laden) e o super-herói da "geração anti" (anti-EUA, anti-G20, antiglobalização, antiguerra, antibancos...) adora revelar o segredo dos outros, mas mantém a vida a sete chaves.
Até sua idade é motivo de controvérsia. Uma vez questionado sobre isso, disse: "Prefiro deixar os bastardos tentando adivinhar". Sua mãe, Christine, também não dá detalhes do passado do filho e alimenta a confusão: diz que muito do que se fala são inverdades.
O pouco que se sabe sobre Assange é graças ao jornalista Raffi Khatchadourian, que o perfilou para a revista "The New Yorker" quando ele ainda não era um pop star.
Segundo a reportagem, Assange nasceu em 1971 na cidade de Townsville, na Austrália. Não há informações sobre seu pai.
A mãe viveu primeiro com um diretor de teatro, depois com um músico, com quem teve um segundo filho. Se separaram em seguida e, com medo de perder a guarda do filho mais novo, ela pegou as duas crianças e fugiu. Viveram como nômades, sem informar ninguém sobre seus destinos.
Assange não frequentou escolas regulares, por causa das mudanças, mas também porque a mãe achava que o ensino formal acabaria com o espírito livre do filho.
Christine o educava em casa, e ele virou uma espécie de rato de biblioteca, lendo tudo o que caia em suas mãos.
Seu conhecimento diverso fica claro em algumas entrevistas, quando consegue discorrer sobre história americana, leis britânicas, literatura, matemática ou física.
Ainda adolescente, Assange se interessou por computadores e por maneiras de invadir sistemas e mostrar suas vulnerabilidades. Chegou a ser detido em 1991, na Austrália, por agir como hacker.
(...)
A Folha esteve numa entrevista com Assange no final de outubro. Foi uma de suas últimas aparições públicas. Ainda não havia a ordem internacional de prisão.
Mesmo assim, ele parecia amedrontado e respondia rispidamente a muitas perguntas. Principalmente quando questionado sobre a possibilidade de colocar a vida de pessoas em risco com suas revelações. Assumia um tom messiânico e dizia que essa era sua missão para transformar o mundo em algo melhor.  Agora, ele acredita que é sua própria vida que está em risco. Aponta o dedo para os Estados Unidos.
Fonte: http://oglobo.globo.com – Blog do Noblat
Se alguém aí concorda com Assange, é melhor olhar para sua própria vida e começar a perceber que todos nós somos vulneráveis. Perfeito é somente Deus Todo Poderoso e compete somente a Ele julgar o seu povo aqui na terra. Portanto, como disse Seu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo: “Atire a primeira pedra...”



Tenham todos um ótimo domingo!!!


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