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quinta-feira, 9 de julho de 2015

OS DIAMANTES E AS VELAS...

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Olá gente que eu gosto!!!
Amanhã feriadão...então hoje posso ficar até mais tarde por aqui...
Hoje escolhi um texto da Cabala de grande reflexão. Uma história, do rabino Brandwine, mestre de Rav Berg, sobre como esquecemos nosso verdadeiro propósito nesse mundo.  Espero que vocês gostem.
Amanhã vou dar uma volta por todos os blogs. Vamos ao texto:

O Fabricante de Velas

Havia um fabricante de velas muito pobre, numa pequena vila, onde existiam muitos como ele. Certo dia, encontrou um amigo que tinha sido tão pobre quanto ele, mas estava vestido com roupas caras, como uma pessoa de muitas posses. Porém o reconheceu, e o fabricante de velas indagou como tal prodígio se tinha realizado. O amigo respondeu, em voz baixa: 

"Sabe? Estive em uma ilha onde existem pedras preciosas espalhadas na praia. 
Assim como aqui tem areia, lá são pedras preciosas. Mas só existe um navio que pode nos levar, aliás, está no porto; só que demora um ano para chegar, fica um dia lá e volta no mesmo dia. Enquanto isso, você apanha os diamantes, volta no mesmo dia e será rico. 

"Puxa, isso seria uma solução para minha vida – pensou o fabricante de velas, ao despedir-se.

Decidido, voltou para casa e conversou com a esposa. Fez seus preparativos, e embarcou. Um ano depois, o navio se aproxima da ilha e ele vê mesmo diamantes na longa praia. 

Desembarca e começa a colocá-los nas sacolas que trouxera; passa o dia na praia, enchendo as sacolas com pedras preciosas. Então começa a ficar exigente: dedicou-se a apanhar só os melhores e maiores.

Entretido nisso, só se dá conta que o tempo passara, ao ouvir o sino do navio, anunciando a partida. Porém, está a quase dez quilômetros de distância e percebe que não terá tempo de regressar antes do navio zarpar.

O que fez? Apanhou mais diamantes. Afinal, seria um ano de ida e outro de volta. Então, se dá conta de que está escurecendo. Começa a caminhar para a vila, e chegando lá entra numa estalagem, pede comida e oferece para pagar com os diamantes. O dono da estalagem diz:

"O que há com você? Diamantes não valem nada aqui, é como você pagar com areia. E pague logo, vai escurecer."

Ao ouvir isso, o homem repara que está escuro, mas não há luzes na vila. Pede o que precisava, e faz algumas velas para pagar a refeição. 
Todos viram a luz e vieram. Quem é esse homem? Ele está fazendo algo e iluminando a noite.

A partir daí ele consegue respeito, honra, e não só paga sua refeição, como, ao longo do tempo, passa de forasteiro para o homem mais importante daquela ilha. Torna-se o chefe da ilha.

Nos dois anos que passou lá, conseguiu respeito e reconhecimento. Chegado enfim, o momento de partir, lhe estendem o tapete vermelho, e acompanham o embarque; ele sobe no navio e se vai.

Um ano depois, chega em seu país. Sua mulher foi recebê-lo. Os dois vão para casa, onde ele abre grande baú, que continha seu maior tesouro. 

Mas a surpresa da esposa é enorme. Assim que a tampa é erguida, o que ela encontra?

Velas...

Na ilha, ele esquecera o propósito original de apanhar os diamantes, que abundavam na praia, e trouxera o maior tesouro da vila... as Velas.

*

Assim como ele, nossas almas também esquecem o verdadeiro propósito de nossas vinda ao mundo físico...


Beijos carinhosos!


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