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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Chico Xavier e a alma do Brasil





Chico Xavier, homem simples, semi-analfabeto, negro e pobre, nem por isso quis ser político, nunca quis condecorações. A humildade era sua maior virtude. A simplicidade seu escudo.

Rendo aqui minhas homenagens a este ilustre cidadão que um dia pertenceu à este planeta.  Agora brilha e brilhará eternamente em um plano bem superior a este. Sua benção Chico Xavier!. Se aqueles que o criticaram tivessem um terço de suas virtudes o mundo seria o paraíso! Abaixo um trecho sobre este grande ser publicado na rev. Época:

Como se explica que um homem pobre, doente e semi-instruído, nascido mulato no início do século passado, em um rincão distante de Minas Gerais, viesse a se tornar, ao longo de seus 92 anos de vida, e sobretudo depois dela, uma espécie de mito brasileiro – um nome capaz de emocionar, motivar e organizar as pessoas em torno de uma fé e do trabalho filantrópico que ela inspira? O que havia na personalidade e nas ideias daquele homem careca, estrábico, sempre de peruca e óculos escuros, que se expressava com a fala pausada e amanteigada dos mineiros, capaz de sobreviver a sua morte em 2002 e transformá-lo em objeto de culto, de estudo e de interesse crescente dos meios de comunicação? Por que o celibatário ao mesmo tempo doce e obstinado, que se dizia capaz de conversar com os mortos e foi perseguido e ridicularizado por isso, conseguiu expressar tão bem a alma brasileira a ponto de tornar-se, ele mesmo, um ícone popular e uma figura respeitada mesmo entre aqueles que não compartilham de suas polêmicas convicções?
As respostas a essas perguntas, se elas existirem, talvez surjam no decorrer deste ano, quando se celebra, com uma onda de filmes, o centenário de nascimento de Chico Xavier, o médium mais conhecido do mundo e uma das personalidades mais queridas dos brasileiros.

Fonte:

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca

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