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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Saúde Mental



Saúde Mental e Espiritual


Lendo “Ensaio sobre a Cegueira” de José Saramago, fiquei a imaginar como seria o barulho do silêncio? O silêncio fala? Mas porque eu não o escuto? Porque eu tenho ouvidos e não ouço, tenho olhos e não vejo, sou feliz e não sei?
O homem, absorvido pela luta do dia-a-dia, com suas preocupações, a agenda para ser cumprida, as tarefas diárias, os estudos, o trabalho, a vida familiar e amorosa, e nos dias atuais, a internet, não tem tempo para um momento de introspecção, de calma e meditação. Estes são três requisitos fundamentais para que o cérebro entre em um processo de desaceleração, e passe a vibrar em uma faixa de ondas chamadas “alfa”. As ondas cerebrais elétricas que o nosso cérebro emite no dia-a-dia agitado chama-se “beta” e seu impulso é de 14 a 28 ciclos por segundo de frequência. Em “alfa” essa frequência é de 7 a 14 ciclos por segundo. Em “beta” conhecemos o mundo pelos 5 sentidos, e o tempo e espaço é limitado. Em “alfa” os sentidos se ampliam e o tempo e espaço é ilimitado. É neste estado que o sexto sentido e a terceira visão se faz evidente, portanto, é em “alfa” que podemos enxergar com os outros olhos, além do que está escrito, ouvir o que não foi dito e ultrapassar o tempo/espaço da terceira dimensão para alcançar um estado ideal para podermos escutar o que o silêncio tem para nos dizer. Tomaremos consciência do dito e do não-dito, do explícito e do implícito, do evidente e do subliminar, pois, nossa consciência se amplia e o mundo cresce dentro de nós.
O homem que vive “plugado” acima de 8 horas por dia, não consegue ter um sono relaxante e satisfatório. Por este motivo há um número muito grande de insônia, mal estar, e cansaço que fatalmente poderá levar à depressão ou outra patologia qualquer.
Amanhã darei sequência a este assunto, com dicas que poderão ajudá-los a relaxar.


Tenham um ótimo dia.

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