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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Curiosidades Literárias

Olá gente linda e maravilhosa...
E aí, gostaram da nova aparência do meu blog?
Uma vez ou outra temos que mudar para fugir da mesmice não é mesmo?
Fui dar uma olhada nas minhas pastas e olhe só o que eu encontrei...Estava guardado, esperando uma oportunidade para ser postado:
Esse é um trecho de uma carta que Kafka escreveu ao amigo Oskar Pollak em 1904. Vejam se vocês concordam...

quinta-feira, 11 de abril de 2013

MUITA LEITURA

Olá gente querida do meu core! Espero que todos vocês estejam bem e com muita saúde e paz de espírito. Eu estou ótima, mas sem tempo para me dedicar a escrita. Porém, estou lendo muito, porque o livro eu posso carregar comigo para a academia (enquanto faço bicicleta eu leio), carrego quando vou ao banco, dentista, médicos, etc. Fora o tempinho que a gente acaba arrumando em casa para uma boa leitura.
Fiquei muitos anos sem poder desfrutar da leitura dos livros comuns, pois, na faculdade tinha que ler muitos livros acadêmicos (a maioria chatos). Agora estou desforrando kkkkkk.
Acabei de ler um livro encantador chamado Os Catadores de Concha de Rosamunde Pilcher. Uma escritora inglesa, cujos livros são deliciosos pela riqueza de detalhes e pela aura de tranquilidade que traz, já que não são histórias trágicas nem de total suspense. São livros para relaxar.
Dizem que este livro tornou a autora conhecida no mundo inteiro, e foi por sugestão de um de seus filhos que ela resolveu escrever uma história que levaria seu livro a se tornar um Best Seller, um livro para ficar marcado na história de sua biografia. 

Embora siga fielmente a proposta original da sua trama, Os Catadores de Conchas contém, em suas entrelinhas, um tom filosófico. Não é algo muito evidente, porque a narrativa poucas vezes parte rumo a devaneios e digressões, mas algo que precisa ser sutilmente captado pelo leitor atento e curioso. Enquanto nos descreve as minúcias da vida de suas personagens, Rosamunde constrói um invisível tratado sobre a beleza das pequenas coisas e dos minúsculos prazeres. 
Segundo um grande crítico literário, "Seu romance é dotado de uma elegância sem precedentes: se alguém lesse toda a extensão d'Os Catadores de Conchas em voz alta, provavelmente usaria um tom grave e contido, mas melodioso, sem histerias agudas. A própria constituição do livro nos desacelera a respiração, surpreendentemente".

Os Catadores de Conchas conta a vida de Penelope: mulher parecida com milhares de outras mulheres. Penelope Keeling é filha de um pintor vitoriano idoso e de uma jovem francesa liberal e independente. E é exatamente a sua vida tão comum e igual a de qualquer mulher que torna este romance tão atraente. Com altos e baixos, Penelope, foi feliz  por ter sido uma filha amada, e infeliz por ter se casado com o homem errado. Encontrou mais tarde o verdadeiro amor, mas as tragédias e problemas ocasionados por esse encontro deixaram marcas profundas. Teve três filhos, cada um com seu mundo estruturado, intransponível, com suas desilusões e alegrias. É nesse universo que o leitor vai penetrar, envolvendo-se com uma mulher vigorosa, firme e bela. Ao longo de mais de 600 páginas, o mundo de Penelope arrebatará o leitor de tal maneira, que será impossível não se envolver com o destino da Família Keeling.

Eu me encantei e recomendo.
Beijos

domingo, 17 de fevereiro de 2013

CONTRATEMPOS & LEITURA


 Olá gente linda do meu core!
Uma semana inteira sem passar por aqui...Que saudades de vocês!
Hoje vou visitar um por um...podexá!!!! kkkkk

Passei uma semana intensa e tensa, resolvendo os pepinos da vida, mas entre tantos acontecimentos desastrosos, alguns valeram a pena e acabei saindo ilesa. As vezes é preciso ter muita paciência com certas pessoas que querem te tirar do sério, mas se você consegue compreender que não deve jamais baixar o tom e se igualar à ela, você acaba saindo inteira da luta. E assim foi... Minha fé em Deus e minhas orações ajudam muito nestas horas.
Mas não quero ficar aqui me lamuriando porque a vida continua e sol está brilhando lá fora!
Quero falar de dois livros muito interessantes. Um eu acabei de ler e o outro estou na metade. Gosto de recomendar bons livros porque muitas vezes deixamos passar algumas obras interessantes que vale a pensa conferir, e que por falta de divulgação não são conhecidas.
O primeiro chama-se A Claudia, a Mulher de Pilatos de Antoinette May. É um romance baseado em fatos históricos (adoro!).

Em pleno Império Romano, Cláudia Púrcula convive com personalidades como o imperador Tibério e a imperatriz Lívia, Pôncio Pilatos, Calígula, Herodes, incluindo até Jesus de Nazaré. Ela se encanta e se casa com o ambicioso Pilatos. Entretanto, é Holtan, um poderoso gladiador, que vem a se tornar seu verdadeiro amor. Cláudia passa a viver sufocada por esta paixão e, por conta de seu dom da vidência, atormentada por visões de terríveis acontecimentos. Quando Miriam de Magdala, conhecida como Maria Madalena, sua amiga, confessa seu amor por Jesus de Nazaré, ela prevê revoluções, injustiças, açoitamento, crucificação de Jesus e, embora faça tudo para evitar que Pilatos o condene, acaba por assistir ao inexorável curso da história. Mesclando história e ficção, Antoinette May descreve detalhes das personalidades e do contexto da época. 
Achei muito interessante ler este contexto histórico por meio de um outro ponto de vista, diferente daquele que nos foi sempre imposto.


O outro, que eu ainda estou lendo é O Complexo de Di , de Dai Sijie. O personagem principal é Muo, um quarentão, virgem, míope e cavalheiresco que retorna à China após passar 10 anos estudando psicanálise na França. Conhecido como o “primeiro psicanalista chinês”, ele terá de usar todo o conhecimento adquirido com a ajuda de seu psicanalista e mentor, Michel Nivat, bem como aplicar as técnicas de seus ídolos Freud e Lacan para conseguir cumprir sua difícil missão: conseguir libertar da prisão de Chengdu sua paixão da juventude, a Vulcão da Velha Lua, uma fotógrafa solteira, atualmente com 36 anos, que foi presa por vender à imprensa europeia fotos de torturas praticadas por policiais chineses. Para tanto, ele tem que pagar o preço imposto pelo caprichoso Juiz Di: conseguir para o magistrado uma garota virgem.
 A narrativa do autor é muito envolvente, e muitas vezes bizarra. Ele consegue descrever de um jeito único a rotina desse povo e seus costumes milenares, bem como a confusão criada quando a tradição encara a modernidade, já que a história se passa em 2001. O humor e a ironia permeiam todo o livro. O autor consegue criar uma grande expectativa por meio de uma linda imagem, só para ter o prazer de esmigalhá-la ainda na mesma frase:

“A água escorria em pequeninos riachos do seu corpo esbelto, sobre cuja pele escorregadia se notavam algumas adoráveis marcas de varíola, já meio apagadas. Depois você se sentou e agitou as pernas de uma beleza deslumbrante na água esverdeada, quase marrom.”
Estou gostando, sobretudo por ser diferente de tudo aquilo que já li até hoje. Mas ainda não terminei, estou na metade do livro, ainda assim sei que é bom e vale a pena a leitura.

É isso aí crianças. Por hoje é só. Agora vou fazer meu costumeiro giro pelos blogs de todos vocês para xeretar as novidades e deixar o meu carinho!

Beijos carinhosos!
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RECOMENDO COM LOUVOR